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No último dia 13 de setembro, às 21h30, a Igreja Unidade em Cristo tomou conta de duas salas de cinema do Shopping Ilha Plaza para assistir ao filme cristão “Deus Não Está Morto – Uma luz na escuridão”, o terceiro da franquia. O encontro agregou diversas finalidades para a Igreja como um todo, desde a comunhão até o evangelismo.

O longa do diretor estreante, Michael Mason, aborda um tema abrangente e atual: na era das redes sociais, onde todos gritam e ninguém escuta, como conviver em um mundo plural sem intolerância.

No filme, também podemos destacar alguns princípios bíblicos importantes para essa convivência como o perdão e o pensamento de comunidade. A questão do distanciamento de Deus também é mostrada.

Sob a coordenação do Departamento de Missões, a missionária Anna Carolina Nogueira conta de onde veio a idealização e que a abrangência desse evento foi decisiva para a realização do mesmo: “A ideia partiu dos jovens e o intuito é justamente criar unidade, criar vínculo, trazer os membros para um ambiente fora da igreja, mas onde há comunhão. E também, o evangelismo através de um ‘folhetinho’ que entregamos. O apoio do Apóstolo Jonas e da Pastora Nayra foi essencial, eles são muito ligados aos ministérios.”, explica.

Roberta Bonel, uma das responsáveis pela organização da sessão, junto com cerca de 10 pessoas, contabilizou quase 400 ingressos vendidos. A comunhão foi abrangente, desde famílias até grupos de amigos. A estratégia do cinema alcançou não apenas os cristãos fora da igreja, mas também os não-crentes convidados por amigos ou familiares. Um convite para assistir ao filme é melhor recebido do que um convite para a igreja para os mais resistentes com o evangelho. Dessa forma, esse momento fora das paredes da Igreja contribuem para a naturalidade do contato entre os irmãos e o alcance dos perdidos.

O obreiro, Antônio da Paixão, elogiou a iniciativa e falou sobre como esse tipo de atividade agrega para a unidade da igreja e para as famílias. “Eu fui com a minha filha, assistimos o filme, nos divertimos com todos os irmãos. Acho que podemos repetir a experiência, não só no cinema, porque como é bom e agradável que os irmãos estejam reunidos, assim como diz a palavra. E o mais importante, com algo realmente edificante e voltado mesmo para as coisas do alto.”, acrescenta.

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Com o término da sessão, os organizadores fizeram um ato referente ao mês de prevenção do suicídio, o Setembro Amarelo: a distribuição de bolas amarelas, como um símbolo de empatia e amor de Cristo com todos.

Texto e Fotos: Beatriz Puente

Edição: Márcio Moreira